Palavras-chave: lugares abandonados, urbex, espiritualidade, sociedade, antropologia, civilizações antigas, passado, memória, videoarte, curta-metragem, arte performática
Lugares abandonados espalhados por todo o mundo, civilizações que deixaram suas construções como único vestígio e resgate histórico através da arte, almejando a reconstrução do passado por dois caminhos: a arquitetura e o corpo humano.
Essas construções foram um processo comum nas sociedades mais díspares, e o que une esse contexto é a performance, que eleva a ação no tempo - ação considerada primitiva desde o contexto mais complexo denominado civilizatório - ao mais usual como respirar. E todo esse desconstrucionismo se torna imaginário.
Por registros de corpos em uma dialética presente nessas ruínas estruturadas sob uma superfície que: rugas, fissuras e cascas inúmeras histórias sobrepostas que permitem a conexão íntima com o passado, e nos implora que reflitamos para onde vamos daqui para frente.
O corpo em choque com a superfície que finalmente se deixa cruzar, permitindo um diálogo atemporal de histórias ainda desconhecidas.
São cidades sem janelas, casas sem cadeados, um horizonte cada vez mais espesso e concreto.


História da Exposição:
2017 - 2ª Bienal Internacional de Foto e Vídeo de Changjiang Museu de Arte Contemporânea de Changjiang - Changjiang / China Curador: Robert Adanto Trabalhos selecionados: “Projeto Reencarnar”
2020 - Desobediente - Redefinindo Feminismo em uma Realidade Fraturada na ArtServe Gallery - FL (A equipe curatorial inclui a Curadora Principal da ArtServe, Sophie Bonet, Carol Anne Mc Farlane e Robert Adanto)

Ficha de dados:
Performers: Natalia Coutinho, Andrea Barbour, Fernando Anitelli, Canela Bayona, Veronica Giraldo, Thays Vita, Carlos Amaya

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